quarta-feira, 20 de maio de 2015

Zoo Marine

Em 2008 foi a primeira vez que fomos ao Zoo Marine, viemos de lá encantados. Para nós estava bom, muito bom mas ao longe já se avizinhavam perspectivas de crescimento.










Primeira Vez em Óbidos

Fui pela primeira vez a Óbidos em Julho de 2008. Foi uma prenda de anos da qual só sobraram as memórias e estas fotografias. Mas memórias falem muito e apaixonei-me pela vila que nos dias de hoje continua encantadora mas bem diferente, mais populosa, comercial mas sempre fotogénica e cheia de charme.

Fiquei na Albergaria Josefa de Óbidos mesmo colada á muralha e muito perto da entrada principal. Gostei muito porque além de perto é calmo.


Praia das Rocas

Em 2008 foi um dia super bem passado e que nunca esquecemos. Já ando a fazer contas para lá voltar porque além das saudades o Diogo vai adorar.

Consulte aqui: Praia das Rocas



Cromeleques dos Almendres

Os cromeleques são círculos de pedras da pré-história. Estes cromeleques são o monumento megalítico mais importante da Península Ibérica e um dos mais importantes da Europa, não só pela quantidade mas também pelo seu estado de conservação. 


Sevilha de Autocarro

Sevilha vista de autocarro, num dia nublado e com muita pressa.









segunda-feira, 16 de março de 2015

Parque Marechal Carmona

Um excelente e grande parque com muita sombra, bastantes divertimentos para as crianças de várias idades, wc, um pequeno lago de patos e onde também podes fazer piqueniques. Uma relíquia no meio da cidade.




segunda-feira, 9 de março de 2015

Jardim da Memória

O Jardim da Memória fica em Oeiras, normalmente chamamos aquele imenso espaço de Fábrica da Pólvora. Fomos onde habitualmente vamos: ao parque infantil mas... o Diogo não preferiu ir á exploração em vez de brincar no escorrega, baloiços, etc.











Ciclovia de Algés

Fomos fazer o reconhecimento do terreno à nova Ciclivia Ribeirinha de Algés que tinha sido inaugurada ainda no mês de Fevereiro. quando lá chagámos deparámos-nos com um perfeito cenário de guerra e a pergunta que ficou no ar foi que tipo de engenheiros temos para não perceberem que isto ia acontecer? Uma ciclovia junto ao mar, ligeiramente mais alta e sem qualquer protecção era óbvia (pelo menos para os locais que conhecem o local) que tal coisa ia acontecer. 

Ficamos chocados com a quantidade de dinheiro que é literalmente deitada fora em coisas que se poderiam perfeitamente evitar.

Acabámos por virar para o lado contrário e fazer o percurso que liga a Cruz- Quebrada a Caxias. Eu nasci ali, conheço bem o local, já o vi a funcionar, com outras cores e pessoas. A minha família vive e trabalhou ali desde sempre e houve quem lá trabalhasse. Os projectos megalómanos para aquela zona ainda não saíram do papel e sendo assim vamos aproveitando os cenários disponíveis do tipo terra de ninguém. 

A estação de comboio que sempre conheci e onde apanhava o comboio, o relógio sempre igual a si próprio e dar horas à mais de 40 anos mas limpa, a fábrica da Lusalite a funcionar, os gatos abandonados mas sempre tratados... É a minha terra, a terra para onde voltava já.

O Diogo adorou ver passar os comboios tão perto, andar no seu carrinho, lançar á beira mar, correr, correr, correr...